Segundo matéria do portal Itaú.com, milhares
de peixes de varias espécies apareceram mortos
em uma lagoa em Itaú de Minas, na tarde desta segunda-feira
(21). A lagoa está localizado na pedreira desativada
da empresa Votorantim Cimentos. O local é muito
freqüentado em finais de semana por vários
pescadores da região, em razão de existir
diversas espécies de peixes ali.
A agressão ao meio Ambiente foi constatada por
pessoas que passaram pelo local.
O que se percebe é que os peixes estão
morrendo há dias, pelo fato de alguns estarem em
estado de decomposição. A causa das mortes
ainda é desconhecida.
Álvaro Guiraldeli, Secretário de Serviços
Urbanos e Meio Ambiente, disse que a mortandade deva ser
ainda maior. “Isso sem falar nas larvas de peixes
que a gente não vê, mas são muito
numerosas” disse ele .
Na tarde de ontem, o Secretário entrou em contato
com a Polícia Ambiental e o Departamento de Meio
Ambiente da Votorantim Cimentos, informando sobre o ocorrido.
Álvaro já adiantou que o órgão
vai tomar as providências necessárias para
saber o que provocou a morte dos peixes.
Na manhã desta terça feira, a reportagem
do jornal BNN, entrou em contato com o secretário
Álvaro Guiraldeli, que disse estar aguardando uma
visita da policia ambiental ao local, bem como o departamento
de Meio Ambiente da Votorantim Cimentos.
Por volta das 12:00 horas, o secretário de Serviços
Urbanos e Meio Ambiente, entrou em contato com a reportagem
do jornal BNN, pedindo para comunicar à população
para não consumir os peixes daquela lagoa, pois
ainda não se sabe o motivo da mortandade.
Uma equipe da EPTV compareceu no local e gravou uma matéria
que deverá ir ao ar no seu telejornal, desta terça
feira, também uma equipe da Fesp está sendo
aguardada para ajudar na solução do problema.
A pedido do Secretário Álvaro Guiraldeli,
funcionários da Copasa coletou amostra da água,
para analise e constatou que a oxigenação
está muito baixa.
Álvaro disse que algumas providências imediatas
serão tomadas com a possível parceria com
a Votorantin, que seria a colocação de água
na lagoa, com caminhões pipas, para que esta circule
e melhore assim a oxigenação.
Está sendo aguardada também a visita de
uma equipe da Feam, que vem de Belo Horizonte, entre esta
quarta e quinta feira, para ver o que realmente provocou
o desastre ambiental e as possíveis soluções.
Redação - Colaboração Reinaldo
Silva.